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Nanorobôs Caçadores de Tumores
Sob o nome de “nanoporphyrin”, a nanotecnologia pode “caçar e destruir tumores com câncer pelo corpo”. O desenvolvimento deste promissor processo de identificação e combate à doença foi possível graças à instalação de um módulo de reconhecimento de tumores em nanorobôs.
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Coração é impresso em 3D a partir de tecido humano
Israelenses apresentam protótipo de órgão do tamanho de uma cereja, produzido com células de paciente. Segundo cientistas, é o primeiro coração com vasos sanguíneos, ventrículos e câmaras impresso em laboratório.
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Os Super-humanos
O sucesso em criar inteligência artificial seria o maior evento na história da humanidade. Infelizmente, também pode ser o último, a menos que aprendamos a evitar seus riscos. – Stephen Hawking
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Descoberta molécula capaz de reverter o envelhecimento das células
A tão procurada fonte da juventude pode estar numa simples molécula de ácido ribonucleico (RNA), ao menos em nível celular. Pesquisadores do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, ligado à Universidade de Lisboa, em Portugal, demonstraram que a redução da concentração dessa molécula em células de camundongos velhos as tornaram mais plásticas, capazes até mesmo de serem reprogramadas para células-tronco pluripotentes.
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O implante Neuralink fundirá humanos com IA
O Neuralink é o primeiro passo no processo adaptativo da humanidade para entrar na era da IA com o mínimo de poder de competitividade.
segunda-feira, 26 de outubro de 2020
Inteligência artificial supera humanos em reconhecimento de fala
domingo, 18 de outubro de 2020
Uma proteína recém-descoberta tem a capacidade de reparar o DNA
Pesquisadores da Universidade de Sevilha, em colaboração com colegas das Universidades de Murcia e Marburg (Alemanha), identificaram uma nova proteína que permite reparar o DNA. A proteína em questão, chamada criptocromo, evoluiu para adquirir essa e outras funções dentro da célula.
A radiação ultravioleta pode danificar o DNA, levando a mutações que perturbam a função celular e podem permitir que as células cancerosas cresçam sem controle. Nossas células têm sistemas de reparo de DNA para se defender contra esse tipo de dano. Um desses sistemas é baseado em uma proteína, a fotoliase, que usa luz azul para reparar danos ao DNA antes que eles levem a mutações.
Ao longo da evolução, os genes da fotoliase se duplicaram e se especializaram, criando novas proteínas, os criptocromos, que aprimoraram sua capacidade de perceber a luz azul e agora desempenham outras funções nas células. Por exemplo, os criptocromos usam luz azul como um sinal para regular o crescimento das plantas e o ritmo que controla a atividade diária (o ritmo circadiano) em fungos e animais.
Os autores desse estudo descobriram que no fungo Mucor circinelloides, um patógeno humano, os criptocromos são a proteína responsável pelo reparo do DNA após a exposição à radiação ultravioleta, função que deve ser desempenhada pela fotoliase. Eles também sugerem que os criptocromos neste fungo adquiriram sua capacidade de reparar DNA durante a evolução de um criptocromo ancestral que não foi capaz de reparar o DNA. Esta descoberta ilustra como as proteínas mudam à medida que suas funções evoluem.
Os resultados foram publicados em um artigo na Current Biology
Via: Phys.org
A Nokia ganhou o contrato com a NASA para criar uma rede 4G na Lua
A NASA pretende retomar as missões tripuladas para a Lua até 2024 e concedeu à Nokia da América US$ 14,1 milhões para implantar uma rede celular na lua. A concessão é parte dos US$ 370 milhões em contratos da NASA, destinados a promover a pesquisa e o desenvolvimento para a exploração espacial.
O plano da Nokia é construir uma rede que será "o primeiro sistema de comunicação 4G/LTE no espaço", de acordo com o anúncio da NASA, que tem planos de ter a tal estrutura na lua operacional até o ano de 2028.
"O sistema poderá suportar comunicações da superfície lunar em distâncias maiores, velocidades aumentadas e fornecer mais confiabilidade do que os padrões atuais", afirmou a NASA.
O braço de pesquisa da Nokia, o Bell Labs, forneceu mais detalhes no Twitter, afirmando que a empresa pretende que a rede suporte a operação sem fio de rovers lunares, navegação, bem como de streaming de vídeo. Ela será construída para ser compacta e eficiente, bem como "especialmente projetada para suportar as condições extremas de temperatura, radiação e vácuo do espaço".



